Nossa confissão

A definição do objeto da fé é muito importante. Em um mundo confuso em suas convicções e crenças, em meio ao emaranhado de dogmas e filosofias, ter plena consciência dos elementos essenciais da FÉ CRISTÃ é uma questão crucial. Como bem nos exortou o apóstolo Pedro em sua carta, dizendo: “[...] estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” – 1Pe 3:15.

O problema que se instaura, nesse contexto controverso, é devido às MUITAS FORMAS de se compreender a BÍBLIA, as múltiplas interpretações que são dadas aos principais temas bíblicos. Não são poucas as discórdias teológicas quando se trata de questões fundamentais da fé evangélica. Isso acontece pelo menos por TRÊS FATORES cruciais:

 

Primeiro, por causa do engano do maligno que procura obscurecer os desígnios de Deus. Esse engano, não raras vezes, chega até os sinceros filhos de Deus mediante supostas operações miraculosas do Espírito Santo, quando, na verdade, são pseudo manifestações ou manifestações paranormais ou mediúnicas. Isso leva muitas pessoas a darem crédito ao que os tais ou quais pregadores anunciam em nome de Deus.

A esse respeito nos adverte a Escritura, quando diz: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mt 7:15). Ainda em outro lugar diz: “Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência” (1Tm 4:1-2). Também, em outra referência assim diz: “E não é de admirar, porque o próprio satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça...” (2Co 11:14-15).

Esses que se deixam ser usados por espíritos enganadores, como instrumentos de propagação da mentira, costumam se colocar como árbitros contra a igreja de Jesus Cristo e, com pretexto de humildade e culto dos anjos, baseando-se em visões, enfatuados, sem motivo algum, em suas mentes carnais, não se submetem ao encabeçamento e senhorio de Cristo, ensinando falsas doutrinas (Cl 2:18-19).

A esses não devemos ouvir. Pois, assim diz a Escritura: “... ainda que um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema. Assim, como já dissemos, e agora repito, se alguém vos prega evangelho que vá além daquele que recebestes, seja anátema” (Gl 1:8-9). E, “nisto reconheceremos o espírito da verdade e o espírito do erro: aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve” (1Jo 4:6).

 

Em segundo lugar, os conceitos teológicos que desvirtuam a fé evangélica existem por causa de homens terrenos, os quais, movidos por avareza, fazem comércio do povo de Deus (2Pe 2:3). Como diz o apóstolo Paulo aos filipenses: “Pois muitos andam entre nós, dos quais, repetidas vezes, eu vos dizia e, agora, vos digo, até chorando, que são inimigos da cruz de Cristo. O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles está na sua infâmia, visto que só se preocupam com as coisas terrenas” (3:18-19). Por causa de seus corações materialistas, interpretam o Evangelho no âmbito natural, deixando transparecer que nada entendem do Evangelho de Cristo, conforme declarou o apóstolo Paulo, dizendo: “Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocações, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1Tm 6:3-5).

Esses, “abandonando o reto caminho, se extraviaram, seguindo pelo caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça” (2Pe 2:15). Movidos pela a ganância e corrupção dos seus corações, acabaram por estabelecer para si um sistema religioso caído, material e capitalista, para a satisfação de suas almas alienadas do verdadeiro conhecimento de Deus.

 

Em terceiro lugar, os desvios e equívocos teológicos, que afastam o povo de Deus da Verdade, existem pela falta de conhecimento e de discernimento da vontade de Deus, revelada nas Escrituras. Bom exemplo disso é a falta de compreensão acerca da Lei e da graça divina. Muitas das falsas doutrinas asseveradas nestes dias fundamentam-se em textos do antigo testamento, em preceitos que se tornaram obsoletos e que já não vigoram nos tempos da nova aliança. Textos bíblicos, tais como Jo 1:17, Lc 16:16, Cl 2:14-17, Hb 10:1, Gl 4:21-31, não são levados em consideração e, na maioria das vezes, não são nem ao menos lidos ou conhecidos pela maioria dos servos de Deus.

A incompreensão do contexto geral de toda a Bíblia, assim como de contextos históricos, dispensacionais e étnicos, além de uma infinidade de outras limitações no que tange ao conhecimento de Deus revelado em sua Palavra, são causas que determinam o avanço de tantas divisões no corpo de Cristo.

Há um desconhecimento generalizado a respeito do papel do antigo testamento e da realidade do novo. Toda essa confusão contribui para que o erro se propague e ganhe consistência no seio do povo de Deus.

 

É preciso, portanto, cultivarmos um coração simples e obediente à Palavra de Deus, aprendendo nós isso: “... não ultrapasseis o que está escrito; a fim de que ninguém se ensoberbeça a favor de um em detrimento de outro” (1Co 4:6). “Pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2Co 4:2).

 

A CONFISSÃO QUE O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE VOLTA À PALAVRA PROFESSA é o resultado do trabalho árduo que a Igreja ao longo dos séculos executou, por meio dos instrumentos de Deus, homens que foram considerados fiéis. Como verdadeiros garimpeiros das verdades divinas, tais homens se entregaram à consagração, ao ministério da Palavra e ao labor de afadigar-se integralmente no ensino da verdade. O que temos hoje, portanto, não é algo novo, nem tão pouco particular, nem mesmo fruto da mente de uns poucos; mas apoiamo-nos nos ombros de mestres do passado, espalhados ao longo do tempo e de nacionalidades distintas, não ligados a uma única fonte de pensamento ou vertente doutrinária. Mas, conforme receberam de Deus, nas muitas e variadas expressões do corpo de Cristo, tomamos cada parte por eles recebida e as agregamos, constituindo um todo, verificando Escritura com Escritura, de sorte que o que obtivemos foi uma visão holística do desejo e vontade de Deus revelada nas Escrituras.

 

  • I. Bíblia Sagrada

 

  1. Confessamos que a Palavra de Deus, contida nas Escrituras, é o exato testemunho de Cristo – a Palavra viva e encarnada – que nos foi dada como revelação do alto, a fim de que o todo homem possa conhecer a vontade de Deus (Jo 5:39; Jo 1:1 e 14; Ap 19:13).
  2. Confessamos que toda Escritura divinamente inspirada é útil para instruir o homem, corrigindo-o e ensinando-o acerca do verdadeiro Evangelho, que o conduz a Deus (2Tm 3:16).
  3. Confessamos que a revelação de Deus, por meio de seu Filho, constitui-se a ÚNICA regra de fé e prática cristãs. De modo que toda e qualquer experiência ou doutrina precisam passar pelo crivo e aferição da chave-hermenêutica da Verdade – Jesus Cristo –, para serem consideradas verdadeiras e aceitas pela verdadeira igreja de Jesus.

 

  • II. O Deus das Escrituras:
Atributos, Natureza, Obra e Plano Eterno

 

  1. Confessamos que Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, é o Deus Vivo e Verdadeiro. Não é, portanto, mera força impessoal, antes, é plenipessoal, Espírito, Incriado, Único, Imutável, Criador absoluto, Sustentador do universo, Fonte de toda vida, Soberano e Eterno.
  2. Confessamos que o Deus Altíssimo é Soberano, e como tal, possui um plano eterno desde a eternidade passada. É o Deus que desde a antiguidade anuncia as coisas que ainda não sucederam, e que desde o princípio anuncia as coisas que ainda vão acontecer, que diz: “o meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46:9-10).
  3. Confessamos que o Deus Eterno, ao estabelecer o Seu plano eterno, não teve ao Seu lado nenhum conselheiro ou alguém que viesse a influenciar ou modificar o Seu propósito. Assim, de acordo com o beneplácito do Seu coração, movido tão somente pelo conselho de sua vontade, desenhou a planta do Universo, mediante a sua Sabedoria, determinou a sua forma, seu arranjo, vindo a gerar todo o Cosmo, mediante a lei do Espírito da Vida, constituindo assim o seu Reino (1Cr 29:10-11).
  4. Confessamos que o DEUS ÚNICO está presente no Pai, e no Filho e no Espírito Santo. Não são três deuses, mas uma só substância divina, a Divindade, presente em três pessoas distintas, CO-ETERNAS, de eternidade a eternidade, e COINERENTES entre si, isto é, presentes uma na outra, não podendo ser divididas ou separadas umas das outras.
  5. Confessamos que a este Deus somente, o Deus Trino, devemos toda adoração e serviço, e a ninguém, quer nos céus, na terra ou debaixo da terra, devemos nos prostrar, adorar ou prestar culto.
  6. Confessamos que o Deus trino é a origem de tudo, tanto do mundo visível como invisível, tanto de anjos como de homens, assim dos céus como da terra. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez. O Logos é a própria vida criadora, em quem todas as existências vivem, existem e se movem (At 17:28).  
  7. Confessamos que o Deus trino Criador, encontra-se imanente em toda a criação, assim como transcende a ela, sendo, portanto, onipresente (Infinito). Como Deus absoluto que é, tem Ele ciência e conhecimento ilimitados, conhecedor do profundo e do escondido, do passado, presente e futuro, e nada lhe é oculto, sendo, portanto, onisciente. Além do mais, é todo poderoso, não existindo nada que lhe seja impossível, difícil ou complicado. Tem poder sobre todas as coisas, tanto nos céus como na terra e debaixo da terra, sendo, portanto, onipotente.

 

  • III. Deus, o Pai: Obra de Criação

 

  1. Confessamos que o Pai é o criador e mantenedor do Universo, administrando-o e dirigindo a história universal. Com o seu eterno poder, o Pai há de cumprir, cabalmente, o seu plano eterno, conforme estabelecido desde a eternidade.

 

  • IV. Deus, o Filho: Obra de Salvação

 

  1. Confessamos que o Filho de Deus, o Deus unigênito que está no seio do Pai, sendo Deus pleno, se revelou ao homem mediante a Sua encarnação. Por meio de Maria, sua genitora segundo a carne, pelo poder e obra do Espírito Santo, se fez homem completo, sem pecado, participante de carne e sangue, e sendo tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, não conheceu pecado.
  2. Confessamos que o Filho, chamado Emanuel, que quer dizer “Deus conosco”, veio ao mundo para cumprir a vontade do Pai, testemunhar a Seu respeito e revelá-lo aos homens. Sobretudo, veio ao mundo para ser o sacrifício requerido pela lei, a fim de resgatar o mundo caído, tirando-o das mãos de satanás, mediante a sua morte na cruz e a Sua ressurreição dentre os mortos, a fim de devolver o reino ao Pai no último dia. 
  3. Confessamos que o Filho, chamado pelo Nome de Jesus, que quer dizer “YAHVEH É A SALVAÇÃO”, veio redimir os homens dos seus pecados, mediante sua morte na cruz. Não uma morte qualquer, mas uma morte substitutiva, isto é, em lugar do homem. Sendo Ele a propiciação pelos nossos pecados do mundo inteiro, obtemos pela fé, pela fé somente, o perdão dos pecados, a justificação e a reconciliação com Deus, de modo que podemos desfrutar da salvação, sem nenhum empecilho, na face de Deus, servindo-o e aguardando o dia da redenção do nosso corpo, isto é, a posição final de filhos.
  4. Confessamos que o Filho de Deus não permaneceu na morte, mas ressuscitou ao terceiro dia e hoje VIVE assentado à direita do Pai a interceder por nós, como nosso advogado, mediador e fiador da nova aliança, sumo sacerdote e ministro do santuário celestial, a fim de aplicar em nós a salvação eterna, adquirida de uma vez por todas na cruz do Calvário. Dos céus o aguardamos, de onde há de vir para julgar os vivos e os mortos, para tratar definitivamente com o Mal, restabelecer o reino eterno do Pai sobre a terra, dar fim ao velho sistema de coisas e depois de tudo restaurado, entregar o Universo recuperado de volta ao Pai.

 

  • V. Deus, Espírito Santo: Natureza e Obra

 

  1. Confessamos que o Espírito Santo, sendo Ele o próprio Deus, na qualidade de enviado do Cristo ressuscitado, ascendido e exaltado, está presente na terra com o fim de testemunhar a respeito de Jesus Cristo, exaltá-lo e glorificá-lo nos seus santos.
  2. Confessamos que o Espírito Santo, O Consolador, habita dentro de todos os filhos de Deus, regenerando-os mediante a Palavra da Vida, para a vida eterna.
  3. Confessamos que o Espírito Santo foi enviado dos céus, da parte do Cristo ressurreto e entronizado, sobre os Seus discípulos, a fim de batizá-los para dentro de um só corpo, formando assim a igreja. Esse mesmo batismo, o batismo no Espírito Santo, visa ungir, ordenar e capacitar o Corpo de Cristo, a igreja, a dar a continuidade ao ministério de Cristo na Terra. Esse não é um batismo para uns poucos seletos, nem é evidenciado meramente pelo dom de línguas, mas é um só batismo, o batismo para a formação do corpo de Cristo, para quantos o Senhor nosso Deus chamar. Esse Espírito é o selo que se recebe no momento em que alguém ouve e crer na Palavra de Deus, o evangelho da nossa salvação. 
  4. Como líder da Igreja, o Espírito Santo executa a vontade de Cristo, na Terra, o qual, dos céus, ministra dons aos membros do Seu corpo, mediante o Seu Espírito que em nós habita. Este mesmo Espírito, o Espírito Santo, o qual produz o fruto do Espírito nos crentes, promove a edificação da Igreja, a fim de apresentá-la ao Noivo, no dia de Sua vinda, uma noiva aprovada e adornada, sem mácula, ruga ou coisa semelhante.
  5. Confessamos que o Espírito Santo é o penhor da nossa herança, a garantia de que aquele que começou a boa obra em nós há de completá-la até o dia de Cristo Jesus.

 

  • VI. A Igreja:

Natureza, Expressão, Constituição e Função

 

  1. Confessamos que a Igreja, no âmbito universal, é formada por TODOS os verdadeiros filhos de Deus, [filhos esses que foram eleitos, predestinados, chamados, redimidos pelo sangue de Cristo, reconciliados com o Pai e regenerados pela vida de ressurreição de Cristo], independentemente de rótulos denominacionais ou do tempo em que tenham vivido ou do espaço em que se encontrem. Esses constituem o corpo místico de Cristo, e estão sendo conformados à imagem do Filho primogênito de Deus a fim de compartilharem de Sua glória futura.
  2. Confessamos que a Igreja, como expressão local, é formada pelos santos que creram no Evangelho e que se reúnem em uma localidade, em nome e autoridade de Jesus Cristo. Esses, em reconhecimento de seu estado pecaminoso, se arrependeram de seus pecados e, em plena certeza de fé na morte expiatória de Cristo Jesus e em Sua ressurreição dentre os mortos.
  3. Confessamos que a vida coletiva da Igreja, tanto quanto a vida individual de cada cristão, deve ser determinada, regida, governada pela luz do Espírito Santo que nos guia interiormente e pela luz das Escrituras sagradas que nos ensina externamente. Todo e qualquer outro meio ou método de revelação deve submeter-se a estas duas riquezas que o Senhor legou à Igreja, sem as quais não poderá haver vida cristã saudável.
  4. Confessamos que a igreja em seu aspecto local é constituída de bispos, diáconos e santos, sendo este o modelo de uma igreja saudável, estabelecido pelos apóstolos. Os bispos são homens constituídos pelo Espírito Santo para pastorear o REBANHO DE DEUS, o qual Ele [Deus] comprou com o Seu próprio sangue. Tais pastores não possuem ovelhas, mas são comissionados para pastorear as ovelhas de Cristo. Aqueles que usurpam as ovelhas do Bom Pastor e conduzem-nas de qualquer modo, como se fossem suas, são ladrões e salteadores. Os diáconos são servos da igreja, separados para os serviços práticos da comunidade, a fim de deixarem livres os que estão envolvidos diretamente no ministério da palavra e nas orações. Os santos são todos os demais crentes que compõem a assembleia dos chamados.
  5. Confessamos que a igreja em seu aspecto extra-local possui homens dons, [apóstolos, profetas, evangelistas e pastores e mestres], os quais contribuem para o aperfeiçoamento dos santos, para o desempenho do ministério, para a edificação do corpo de Cristo.
  6. Confessamos que a igreja existe para a glória de Deus, para a satisfação do Seu coração. Planejada antes da fundação do mundo, enquanto objeto do amor do Pai, há de manifestar ao universo a multiforme sabedoria de Deus, segundo o eterno propósito que estabeleceu em Cristo Jesus, nosso Senhor.

 

  • VII. Escatologia: A doutrina das Últimas Coisas: Segunda Vinda de Cristo, Tribunal de Cristo, Reino Milenar, Juízo Final e Novos Céus e Nova Terra

 

  1. Confessamos a fé na segunda vinda de Cristo, conforme prometido por Ele próprio nos dias de sua peregrinação terrestre e também em toda a Escritura. Cremos que a Sua segunda vinda começará com o arrebatamento dos santos vencedores, será intermediada pela grande tribulação e culminará na manifestação corpórea, visível, universal e pública de Jesus Cristo, de sorte que todo olho o verá.
  2. Confessamos que, com a vinda de Cristo, inaugurar-se-á a era do Reino, os mil anos, em que Cristo e os Seus vencedores irão reinar sobre a Terra. Durante esse período, todos os cristãos que não foram vencedores estarão fora do reino, sendo disciplinados pelo Senhor, com o fim de se tornarem participantes de sua santidade e serem aproveitados, para não serem condenados com o mundo.
  3. Confessamos a fé na ressurreição dos mortos, ressurreição corpórea, incluindo maus e bons, justos e injustos, a fim de comparecerem diante do Juiz de toda a terra, para serem julgados e receberem a vida ou a morte eterna, de acordo com o evangelho de Jesus Cristo.
  4. Confessamos, segundo as Escrituras, que essa velha terra e os céus que agora existem haverão de passar, e que esse velho sistema de coisas desaparecerá e dará lugar à nova ordem estabelecida por Jesus Cristo, o Senhor, a saber: os novos céus e nova terra, quando a paz universal tiver sido restaurada, o governo divino restabelecido em todo o Universo, e o nome de Jesus exaltado e confessado por toda língua nos céus, na terra e debaixo da terra.
  5. Confessamos que a Nova Jerusalém é uma cidade espiritual, símbolo do povo de Deus, tanto do antigo como do novo testamento, em estado de glorificação e perfeição. Como tal, será a consumação do propósito eterno de Deus o Pai, em Cristo, pelo operar do Espírito Santo em todos os Seus escolhidos. É o cumprimento do desejo e oração do Filho de Deus, o qual deseja que todos sejam um, assim como é o Pai no Filho e o Filho no Pai, que também sejamos um Neles. É o amalgamar do homem com a divindade, é a obra de plena redenção, consumada, é Deus expressado na humanidade e governando sobre as nações restauradas.

 

 

Bispo Sênior
Alexandre Rodrigues

Bispos
Eleilson Ferreira
Josué Argôlo
Marcos Oliveira

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